Expressões sinestésicas estão tão presentes em nosso dia a dia que já viraram expressões populares ou de uso comum.
Alguns exemplos clássicos de sinestesia no uso cotidiano são:
- Cor quente / Cor fria
- Luz quente / Luz fria
- Cheiro amargo / Cheiro doce
- Voz áspera / Voz doce
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Continue reading: Existem exemplos de sinestesia que façam parte da linguagem do dia a dia?
A sinestesia é uma figura de linguagem que associa sensações de diferentes sentidos.
Em outras palavras, na sinestesia, as impressões sensoriais de um sentido são associadas às sensações de outro. Por exemplo:
A expressão combina percepções visuais e olfativas, criando um efeito sinestésico.
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Continue reading: Em que consiste a sinestesia?
Sim, a sinestesia é uma figura de linguagem muito frequente na poesia e em outros textos literários.
No Brasil, a sinestesia ganhou força com o movimento literário do Simbolismo do fim do século XIX e permaneceu viva nas prosas e poesias do Modernismo.
Um exemplo é o soneto Cristais, do poeta simbolista Cruz e Sousa.
“Era um som feito luz, eram volatas*
Em lânguida espiral que iluminava,
Brancas sonoridades de cascatas…
Tanta harmonia melancolizava.”
*Volatas são séries de notas executadas rapidamente.
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Continue reading: A sinestesia é empregada na poesia com frequência?
Não existe uma classificação única e universal para os tipos de sinestesia.
Com base nos sentidos envolvidos na combinação sinestésica, é possível organizar as expressões das seguintes formas:
- Visual-auditiva (“cores estridentes”, “luz barulhenta”)
- Auditivo-tátil (“som macio”, “voz áspera”)
- Visual-gustativa (“doce cor de uva”)
- Gustativo-olfativa (“cheiro doce”, “aroma amargo”)
- Auditivo-gustativa (“voz doce”, “tom amargo”)
- Olfativo-tátil (“aroma seco”, “odor cortante”)
- Auditivo-olfativo-visual (“melodia azulada e adocicada”)
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Continue reading: Que tipos de sinestesia existem?
Expressões sinestésicas estão tão presentes em nosso dia a dia que já viraram expressões populares ou de uso comum.
Alguns exemplos clássicos de sinestesia no uso cotidiano são:
- Cor quente / Cor fria
- Luz quente / Luz fria
- Cheiro amargo / Cheiro doce
- Voz áspera / Voz doce
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Continue reading: Existem exemplos de sinestesia que façam parte da linguagem do dia a dia?
A sinestesia é uma figura de linguagem que associa sensações de diferentes sentidos.
Em outras palavras, na sinestesia, as impressões sensoriais de um sentido são associadas às sensações de outro. Por exemplo:
A expressão combina percepções visuais e olfativas, criando um efeito sinestésico.
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Continue reading: Em que consiste a sinestesia?
Paradoxo e oxímoro são figuras de linguagem que implicam uma contradição. No entanto, existe uma diferença principal entre eles.
Paradoxo é uma afirmação ou situação que parece logicamente incoerente e, no entanto, faz sentido.
Um exemplo de paradoxo é:
- Combater o fogo com fogo.
Oxímoro é um tipo de paradoxo formado pela combinação de duas palavras com significados opostos na mesma sentença, criando um novo sentido a partir dessa contradição.
Um exemplo de oxímoro é:
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Continue reading: Qual é a diferença entre paradoxo e oxímoro?
Este é um exemplo da figura de linguagem do paradoxo na literatura:
- Devo ser cruel apenas para ser bondoso.
Esta frase aparece na obra Hamlet de Shakespeare (ato 3, cena 4).
Nesta cena, Hamlet explica à sua mãe, Gertrudes, que está sendo muito duro, mas que sua intenção é alcançar um resultado positivo em vez de simplesmente prejudicar os outros.
Esta frase capta a luta interior de Hamlet enquanto navega pelas lutas políticas e pessoais da história.
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Continue reading: Qual é um exemplo de paradoxo na literatura?
Um paradoxo pode cumprir várias funções dependendo do contexto em que é utilizado como figura de linguagem.
Em geral, um paradoxo serve para:
- Chamar a atenção e incitar os leitores a pensar sobre uma afirmação de maneira mais profunda e exaustiva em vez de tomá-la ao pé da letra.
- Mostrar a complexidade de diversos conceitos e fenômenos.
- Destacar as limitações do entendimento e do raciocínio humanos.
- Adicionar profundidade e riqueza ao texto, criando camadas de significado que vão além das interpretações superficiais.
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Continue reading: Para que serve um paradoxo?
O número de figuras de linguagem varia conforme a abordagem adotada pelos estudiosos da língua.
Em geral, as gramáticas e livros didáticos brasileiros reconhecem entre 30 e 40 figuras.
Elas costumam ser organizadas em quatro grupos principais:
- Figuras de palavras: metáfora, metonímia, catacrese, etc.
- Figuras de pensamento: ironia, antítese, eufemismo, paradoxo, etc.
- Figuras de som: aliteração, assonância, onomatopeia, etc.
- Figuras de construção (ou de sintaxe): elipse, pleonasmo, anacoluto, etc.
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Continue reading: Quantas figuras de linguagem existem?