O Novo Acordo Ortográfico, ou oficialmente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, é um conjunto de regras criado para aproximar e padronizar a ortografia do português em países em que a língua portuguesa é a língua oficial.
O Novo Acordo alterou a ortografia, isto é, a maneira de escrever determinadas palavras. Ele não tinha como objetivo uniformizar a pronúncia, o vocabulário ou diferenças gramaticais existentes entre as variedades do português faladas nos diferentes países.
As mudanças ocorreram principalmente no uso do hífen, dos acentos gráficos, das letras maiúsculas e minúsculas, além de oficializar as letras K, W e Y no alfabeto da língua portuguesa.
Se você quiser entender melhor o Novo Acordo e suas principais regras, pergunte ao chat IA do Quillbot e escreva corretamente.
Essa e esta são pronomes demonstrativos, ou seja, indicam a posição de algo ou alguém no espaço, no tempo ou no discurso.
Essa ou esta: exemplosAchei esta poltrona muito confortável. (Espaço – objeto próximo ao falante)
Onde você encontrou essa chave? (Espaço – objeto próximo ao ouvinte)
A esta hora, ele já deve estar em casa há tempo. (Tempo – presente)
Ela marcou a consulta para essa semana. (Tempo – futuro)
Estas palavras irão te emocionar. (Discurso – algo que será dito)
Ele demora duas horas no trajeto até o trabalho e disse que essa rotina é muito cansativa. (Discurso – algo que já foi dito)
Precisa entregar um trabalho, mas está na dúvida quanto à escrita dos pronomes? Copie e cole o texto no corretor ortográfico do Quillbot e ele corrige a ortografia para você.
Principais pontos
Definição e papel sintático: “esta” e “essa” são pronomes demonstrativos femininos (cujas formas correspondentes são “este/esse” e “isto/isso”) que situam algo ou alguém no espaço, no tempo ou no discurso, tomando o falante e o momento de fala como ponto de referência.
Critérios de aplicação: a forma “esta” indica proximidade do falante, o tempo presente ou algo que ainda será dito no texto (catáfora); já a forma “essa” indica proximidade do ouvinte, tempo passado ou futuro, ou algo já mencionado no discurso (anáfora).
Variações e uso no português: No português brasileiro falado, a distinção esta/essa costuma se neutralizar com o uso predominante da forma “essa”.
A forma correta de escrever essa preposição é desde, sem espaço.
Desde ou des de: exemplosAs inscrições estão abertas desde já.
Estou com dor de cabeça desde ontem.
Desde cedo não consigo acessar minha conta.
Desde que recebi a notícia, não consigo mais dormir.
Desde quando você está esperando?
Ela veio de bicicleta desde a outra cidade.
Os competidores precisam nadar desde a margem até a boia vermelha.
O acervo da biblioteca abrange desde clássicos da literatura a obras independentes.
O evento reunirá desde profissionais experientes até quem está começando.
A raiz de muitas dúvidas de ortografia está na diferença entre a fala e a escrita. Se outras dificuldades desse tipo surgirem, use o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Principais pontos
Grafia correta: a forma adequada é “desde”, escrita como uma única palavra, pois a sequência separada “des de” não é aceita pelas regras ortográficas do português.
Sentidos e uso de “desde”: a preposição significa “a partir de” e tem a função de indicar um ponto de partida no espaço ou no tempo, ou um ordenamento gradativo entre elementos.
Variações “dês de” e o prefixo “des-”: a grafia separada com acento (“dês de”) só ocorre quando combina a conjugação do verbo “dar” na 2ª pessoa do singular do presente do subjuntivo com a preposição de; já a forma “des”, usada como preposição no português antigo, atua na língua contemporânea apenas como prefixo.
Somente a forma o que, com espaço entre “o” e “que”, está correta.
Oque ou o que: exemplos
Esse jogador foi o que fez o gol da vitória.
Esse jogador foi oque fez o gol da vitória.
Choveu durante a semana toda, o que atrapalhou a programação das férias.
Choveu durante a semana toda, oque atrapalhou a programação das férias.
Eu sei o que vocês fizeram no verão passado.
Eu sei oquevocês fizeram no verão passado.
O que você comeu no almoço?
Oque você comeu no almoço?
Ele perguntou o que isso significa.
Ele perguntou oqueisso significa.
Uma dica para nunca errar na escrita de termos como oque ou o que é usar o corretor ortográfico gratuito do Quillbot.
Principais pontos
Grafia correta: a forma adequada é “o que”, grafada separadamente, pois “oque” não segue as regras ortográficas do português.
Estruturas gramaticais: a sequência pode ser formada por um pronome demonstrativo seguido de pronome relativo ou por um termo expletivo seguido de pronome interrogativo (usado em perguntas diretas ou indiretas).
Uso de “o quê”: a forma acentuada “o quê” é empregada apenas ao final de sentenças interrogativas ou interjeições (antes da pontuação final), ou quando a palavra “quê” atua como um substantivo.
Dúvidas na grafia de palavras como deem ou dêem são muito comuns desde o início da vigência do Novo Acordo Ortográfico. Quando você não tiver certeza, use o corretor gramatical do Quillbot.
Principais pontos
Grafia correta: a forma adequada de escrever é “deem”, sem acento circunflexo, que corresponde ao verbo “dar” na 3ª pessoa do plural do presente do subjuntivo ou na 2ª pessoa do plural do imperativo.
Mudança ortográfica: com a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico de 1990, o acento circunflexo no hiato “-e-e-” de palavras paroxítonas (como nas formas verbais deem, leem e creem) foi eliminado, abolindo a antiga grafia “dêem”.
Regras que não mudaram: a acentuação de formas do singular do verbo “dar” (como “dê” ou “dês”) foi mantida, assim como o acento diferencial da 3ª pessoa do plural de verbos como “ter” e “vir” (têm, vêm).
Nos ou nós: exemplosEles nos viram na festa. (pronome oblíquo átono)
Ela entregou para nós as chaves da casa. (pronome oblíquo tônico)
Nós fomos à praia. (pronome do caso reto)
Algumas palavras podem gerar dúvida na hora da escrita por serem muito semelhantes. Para não errar, use sempre o corretor de texto do Quillbot.
Principais pontos
Diferença de acentuação e tipo: “nós” (com acento agudo e vogal aberta) e “nos” (sem acento e com vogal fechada) são pronomes pessoais de primeira pessoa do plural, mas pertencem a classes de palavra diferentes.
Uso de “nós”: quando é pronome do caso reto, funciona como sujeito ou predicativo. Quando é pronome oblíquo tônico, vem precedido de preposição e exerce as funções de objeto indireto, complemento nominal, adjunto adverbial e agente da passiva.
Uso de “nos”: classificado como pronome oblíquo átono, atua como complemento do verbo (nas funções de objeto direto ou indireto sem preposição explícita) e também pode desempenhar papel reflexivo ou recíproco.
Distinção gramatical: ambas as palavras existem no português, mas possuem significados e classes gramaticais diferentes: “possa” (com “ss”) é uma forma conjugada do verbo poder, enquanto “poça” (com “ç”) é um substantivo feminino.
Uso de possa: grafada com duas letras “s” e pronunciada com a vogal “o” aberta, é a forma conjugada do verbo “poder” no presente do subjuntivo, utilizada para expressar desejo, dúvida ou possibilidade.
Uso de poça: escrita com “ç” e pronunciada com a vogal “o” fechada, é o substantivo feminino usado para se referir a uma pequena porção ou acúmulo de líquido (como água ou lama) em uma cavidade ou superfície no chão.
Como se escreve: xingar ou chingar? Essa dúvida é comum porque a letra “x” pode ter o mesmo som que o dígrafo “ch” em muitas palavras da língua portuguesa. É o som chiado /ʃ/, tecnicamente chamado de fricativa pós-alveolar (ou alveopalatal) surda.
Apenas uma dessas formas está correta: xingar, com “x”.
Verbo xingar: exemplosEla xingou o árbitro depois que o gol foi anulado.
O motorista foi xingado por subir na calçada.
Ele saiu da reunião xingando todo mundo.
Xingar não resolve nada.
Xinguei a impressora porque ela travou de novo.
Quando estiver escrevendo, se você ficar na dúvida se uma palavra deve ser escrita com x ou com ch, como xingar ou chingar, use o corretor de textodo Quillbot.